É estranho começar um blog. Porque a gente fica pensando que tem que ser um texto delicioso, ou doloroso, charmoso, divertido, para que as pessoas pensem o quão bacana essa pessoa que vos escreve é. Eu, por exemplo, adoro ler blogs de pessoas que nem imagino quem sejam. E isso já me rendeu uma história e tanto do outro lado do mundo _ mas isso é assunto para outro post.
Bom, sobre o que eu gostaria de falar nesse exato momento...gostaria de dizer que é muito complicado estar perto de pessoas que não têm certeza do hoje. Eu não sou a pessoa mais decidida e bem resolvida do mundo_ aliás, estou bem longe disso. Mas sei o que quero HOJE. Li no blog de uma pessoa muito querida que ela se apaixona por hojes. Eu também. E sofro com a incerteza de queridos que não sabem o que sentem agora. Não estou falando de pirar e viver a vida como se o mundo fosse acabar amanhã. Não é nada disso. É apenas sentir, intensamente, a sensação do que se quer viver hoje. Porque amanhã tudo pode mudar. Não só para mim, mas para todos. E acho triste e não compreendo tanta teorias sobre a vida e os relacionamentos que fazem as pessoas terem tanto medo de assumirem algumas coisas. Preciso aprender a aceitar isso.
Se eu faço planos... claro que sim! Mas muitos deles se perderam com os acasos da vida. Então, tento fazer o máximo com decisões que tomo para hoje. Acho que fica tudo mais fácil, menos doloroso e mais feliz. Mas é claro, não funciona o tempo todo...
....
Bom, era isso que eu tinha para dizer. O meu hoje foi bem complicado. Muito. Mas amanhã será um dia de novas certezas e decisões. E choro, talvez. Deve ser o inferno astral.
...
Sim, tudo meio hermético. Mas estou me acostumando... Agora vou para a sala assistir Johnny e June. A melhor decisão para um sábado tão...cinza.
Bom, sobre o que eu gostaria de falar nesse exato momento...gostaria de dizer que é muito complicado estar perto de pessoas que não têm certeza do hoje. Eu não sou a pessoa mais decidida e bem resolvida do mundo_ aliás, estou bem longe disso. Mas sei o que quero HOJE. Li no blog de uma pessoa muito querida que ela se apaixona por hojes. Eu também. E sofro com a incerteza de queridos que não sabem o que sentem agora. Não estou falando de pirar e viver a vida como se o mundo fosse acabar amanhã. Não é nada disso. É apenas sentir, intensamente, a sensação do que se quer viver hoje. Porque amanhã tudo pode mudar. Não só para mim, mas para todos. E acho triste e não compreendo tanta teorias sobre a vida e os relacionamentos que fazem as pessoas terem tanto medo de assumirem algumas coisas. Preciso aprender a aceitar isso.
Se eu faço planos... claro que sim! Mas muitos deles se perderam com os acasos da vida. Então, tento fazer o máximo com decisões que tomo para hoje. Acho que fica tudo mais fácil, menos doloroso e mais feliz. Mas é claro, não funciona o tempo todo...
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Bom, era isso que eu tinha para dizer. O meu hoje foi bem complicado. Muito. Mas amanhã será um dia de novas certezas e decisões. E choro, talvez. Deve ser o inferno astral.
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Sim, tudo meio hermético. Mas estou me acostumando... Agora vou para a sala assistir Johnny e June. A melhor decisão para um sábado tão...cinza.
2 comentários:
Olá, minha amiga...
Sabe... Se apaixonar por "hojes" é como se apaixonar por pessoas e não por esteriótipos. Ao seja, é um passo grande demais, sério demais, comprometido demais para muitos, que não se comprometem nem com aquilo que são, muito menos com o que poderiam ser... hoje.
É um desprendimento muito grande. É como saltar num precipício e aproveitar a queda sem se preocupar com o chão, se ele está vindo ou não.
E isso também não é inconseqüência, nem a velha história de "viver o hoje com se não houvesse amanhã". Se lançar no abismo sem pensar no chão é a responsabilidade de cada um por arriscar sem receio de errar, mas assumindo sua parte: ter saltado por opção. Porque, na queda, tudo pode acontecer... Inclusive a desventra de se machucar, não é verdade? Mas também podemos, de repente, descobrir que podemos voar. Quem vai saber? Só aquele que tentar. ;)
Eu procuro me jogar ao máximo, mas com consciência. E, por isso, mesmo quando as conseqüencias não são aquilo que eu esperava, é muito mais fácil olhar para trás e ter orgulho de tudo o que fiz, do que tentei, mesmo quando não consegui realizar.
Escrevi demais. Adorei seu blog. Escreva mais. Bjs.
o filme é bom...que historia legal...mais a vida é assim mesmo, acho que nossa sindrome de Peter Pan não deixa que a vida adulta (que é um porre)se estabeleça e dite as regras, nosso rebelde Pan luta contra isso, tentando fazer com que não nos acomodemos, para continuar brigando por uma vida memos ordinaria...
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