segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Os hábitos (sem saber se isso é bom ou ruim)

Quais são as atitudes que você realmente toma, todos os dias, motivado não pelos hábitos ou pelo costume, mas sim, pela satisfação, pela paixão, pela alegria ou pelo prazer?
Fico pensando nisso agora porque algumas ações tão simples e corriqueiras dos meus últimos, sei lá, 10 anos, não podem mais fazer parte do meu cotidiano. Coisas simples como telefonar ou receber telefonema de alguém que te liga apenas para dizer oi ou alguma outra coisa banal do tipo, e que você liga exatamente pelos mesmos motivos. Pois bem... esse começo está difícl sim, mas até que tenho me controlado bem (e será que eu tenho alguma outra escolha para manter a sanidade?Enfim...) Foi por isso que me pus a pensar, talvez como prêmio de consolação, que algumas dessas atitudes fossem apenas reflexos condicionados, ou seja: eu era mais movida pelo hábito que pela necessidade dessas ações...
Será?
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Minha resposta sincera? Hoje? Não. Não era costume. Por isso é que sinto essa sensação estranha de não mais saber o que fazer com todo o tempo que me resta.

sábado, 3 de fevereiro de 2007

O começo (em meio ao fim de tantas outras coisas)

É estranho começar um blog. Porque a gente fica pensando que tem que ser um texto delicioso, ou doloroso, charmoso, divertido, para que as pessoas pensem o quão bacana essa pessoa que vos escreve é. Eu, por exemplo, adoro ler blogs de pessoas que nem imagino quem sejam. E isso já me rendeu uma história e tanto do outro lado do mundo _ mas isso é assunto para outro post.

Bom, sobre o que eu gostaria de falar nesse exato momento...gostaria de dizer que é muito complicado estar perto de pessoas que não têm certeza do hoje. Eu não sou a pessoa mais decidida e bem resolvida do mundo_ aliás, estou bem longe disso. Mas sei o que quero HOJE. Li no blog de uma pessoa muito querida que ela se apaixona por hojes. Eu também. E sofro com a incerteza de queridos que não sabem o que sentem agora. Não estou falando de pirar e viver a vida como se o mundo fosse acabar amanhã. Não é nada disso. É apenas sentir, intensamente, a sensação do que se quer viver hoje. Porque amanhã tudo pode mudar. Não só para mim, mas para todos. E acho triste e não compreendo tanta teorias sobre a vida e os relacionamentos que fazem as pessoas terem tanto medo de assumirem algumas coisas. Preciso aprender a aceitar isso.

Se eu faço planos... claro que sim! Mas muitos deles se perderam com os acasos da vida. Então, tento fazer o máximo com decisões que tomo para hoje. Acho que fica tudo mais fácil, menos doloroso e mais feliz. Mas é claro, não funciona o tempo todo...

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Bom, era isso que eu tinha para dizer. O meu hoje foi bem complicado. Muito. Mas amanhã será um dia de novas certezas e decisões. E choro, talvez. Deve ser o inferno astral.

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Sim, tudo meio hermético. Mas estou me acostumando... Agora vou para a sala assistir Johnny e June. A melhor decisão para um sábado tão...cinza.